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27 de Outubro de 2017 - Parcerias
FENAC
ESCOLAS QUE SE AUTODENOMINAM BILÍNGUES SÃO MESMO BILÍNGUES?

ESCOLAS QUE SE AUTODENOMINAM BILÍNGUES SÃO MESMO BILÍNGUES?

 

·         O que é uma escola bilíngue?

 

Ao estudar este assunto encontramos sérias e boas definições. Veja a definição abaixo:

A principal característica de uma escola bilíngüe é que, nela, utiliza-se uma língua estrangeira nas rotinas escolares. Não se trata de dar muitas aulas de um idioma estrangeiro, mas de ensinar as diferentes disciplinas nesse idioma. Ou seja, aulas de geografia, matemática, história, artes, ciências, biologia e outras, são dadas utilizando-se inglês (ou outra língua), em grande parte de cada aula.

Será que os professores destas matérias em escolas bilíngües falam inglês?

 

·         Leia abaixo outras definições sobre ensino bilíngue:

1- Quando o aluno entra em uma escola bilíngüe, toda a comunicação é realizada no segundo idioma, fazendo com que o aluno assimile este idioma de uma forma natural e espontânea, da mesma maneira como aprende a língua materna.

2- Na Educação Infantil bilíngüe, todas as disciplinas são ministradas em inglês, na totalidade do tempo em que o aluno permanece na escola. Os professores têm como formação profissional os cursos de Letras ou Pedagogia. Falam em inglês fluentemente, seja por terem estudado (em curso de idiomas), morado ou trabalhado em outro país, ou seja, pelo fato de serem estrangeiros.

3- Após freqüentar uma escola bilíngüe, o aluno, ao atingir a adolescência, será bilíngüe no sentido amplo da palavra. Ele saberá ler, escrever, falar e produzir textos da mesma forma como faz no idioma materno, fluentemente. Se ele quiser continuar os estudos fora do país, terá absoluta aptidão para isso.

 

·         É isto o que acontece em todas as escolas bilíngües de sua cidade? Será que todas as escolas que se dizem bilíngües na sua cidade são realmente bilíngües?

São muitas as definições sobre o que é na verdade ensino bilíngüe, mas o fato é que algumas escolas que se auto-intitulam bilíngües, e outras que aumentam sua carga horária de ensino de inglês podem estar apenas utilizando estes formatos para ganharem mercado sem a menor preocupação com o resultado futuro dos alunos.

 

·         É preciso questionar!!! Você tem certeza absoluta de que alunos destas escolas sairão do ensino médio falando inglês fluentemente?

Como garantir fluência se as turmas podem chegar a ter trinta, trinta e cinco alunos ou mais?

O simples aumento da carga horária também não é a menor garantia de que os alunos vão aprender a falar o idioma fluentemente porque o número de alunos por turma em escolas regulares é muito grande e compromete totalmente o aprendizado de um idioma estrangeiro, e elimina qualquer possibilidade de fluência dos alunos.

Em geral, em cursos de idiomas as turmas têm número de alunos muito menor que nas escolas regulares. É utilizada uma metodologia eficaz que leva o aluno a raciocinar no idioma que está sendo ensinado. Nestes cursos são desenvolvidas quatro habilidades: compreender, ler, escrever e principalmente falar.

 

·         Por que, então, muitas escolas se dizem bilíngües, se a grande maioria de seus alunos chega ao final do ensino médio sem falar inglês fluentemente?

O que está acontecendo no mercado? Talvez apenas uma briga por fatias de mercado entre as escolas regulares. Muitas escolas talvez estejam aumentando sua carga horária de inglês apenas para se destacarem das demais escolas, outras talvez estejam fazendo isso apenas para não ficarem para trás na disputa por alunos.

Será que todas estas escolas estão mesmo preocupadas, e mais do que isso, será que estão realmente empenhadas e preparadas para fazerem com que seus alunos cheguem ao ensino médio falando inglês fluentemente, assim como cursos de idiomas fazem com seus alunos há décadas?

Se você for perguntar a eles, certamente te dirão que sim, mas de forma geral, escolas regulares nunca levaram seus alunos à fluência em inglês. Talvez estejam buscando apenas atrair ainda maior número de alunos por turma, se aproveitando da comodidade proporcionada aos pais. A princípio, as escolas dizem que não custará nada a mais por isso, mas com o passar do tempo, as mensalidades vão aumentando e a carga horária estendida vai se tornando uma desculpa a mais para se justificar os aumentos das mensalidades. Basta ler os jornais e acompanhar os noticiários sobre aumentos de mensalidades escolares.

 

O custo de uma escola particular é muito maior que o custo de um curso livre.

Lembre-se! Escolas sempre cobraram para ensinar inglês, mas os alunos nunca aprenderam. Em quem acreditar? Em quem nunca apresentou resultados, ou em quem apresenta resultados há décadas?

 

·         Quantas pessoas você conhece e que falam inglês fluentemente, e aprenderam este idioma apenas em escolas regulares públicas ou particulares? A resposta provável é nenhuma.

·          

ATENÇÃO:

Na grande maioria das escolas regulares, mesmo com carga horária maior, os alunos, de forma geral, não conseguem se expressar em inglês e não são capazes de entender o que é dito a eles em inglês. Raras são as exceções. Por quê? Em geral, os alunos que apresentam melhores resultados são os alunos que estudam ou estudaram em um curso livre de idiomas.

 

É importante raciocinar sobre este assunto:

1- Em escolas regulares as turmas são grandes demais para possibilitar o real aprendizado e domínio de uma língua estrangeira, porque os alunos não têm oportunidade de participação suficiente para que possam praticar e realmente vivenciar a língua.

2- Em escolas regulares, em geral, há alunos de diferentes níveis de conhecimento em uma mesma turma. Muitos pais percebem nitidamente que o resultado alcançado por alunos que estudam em cursos de idiomas de qualidade é bastante superior ao conhecimento dos alunos de escolas regulares que se dizem bilíngües. Estes pais não abrem mão de resultado.

3- Alunos que estudam em escolas regulares são expostos a diferentes conteúdos, como diferentes tempos verbais de uma só vez, acabam confundindo quase tudo, têm pouco domínio do idioma e não conseguem se expressar nele.

4- Com grande número de alunos em sala, não há concentração suficiente, alunos sentem-se intimidados, e ficam cada vez mais avessos ao aprendizado da língua inglesa. Alguns passam a detestar o aprendizado de idiomas.

5- É preciso refletir porque o prejuízo pode ser total já que muitos alunos sairão do ensino médio sem dominar o idioma apesar do alto preço cobrado.

6- No ensino médio os alunos estarão voltados para o vestibular, e quando deixarem o ensino médio estarão envolvidos com os problemas da faculdade. Os mais conscientes logo irão procurar por um estágio ou por um emprego, na tentativa de adquirirem experiência e já não terão muito tempo para estudar inglês.

 

·         Crianças e adolescentes não têm grandes compromissos e estão totalmente livres, preparados e na hora certa para aprender, mas precisam de ajuda especializada.

Descobrir tarde demais que o aprendizado do idioma na escola regular não foi suficiente para a exigência cada vez mais freqüente e intensa de nosso mundo globalizado, trará conseqüências para o futuro acadêmico, profissional e pessoal do jovem.

A língua Inglesa tem se consagrado como segunda alternativa de comunicação na maioria dos países. É a língua dos esportes, dos games, do cinema, da Internet; é usada nos restaurantes, hotéis, nos negócios, nos aeroportos; em congressos, na diplomacia, nos meios científicos e na publicidade.

 

·         RESPOSTA DO MEC:

Uma escola bilíngue se organiza, em todos os níveis, para proporcionar aos seus alunos as competências necessárias para usar duas ou mais línguas em situações acadêmicas e sociais. Por isso, uma escola bilíngue ensina por meio das línguas e não apenas as línguas, sendo essa a principal diferença em relação a escolas de idiomas. Isso significa que os alunos não têm apenas aulas DE inglês, francês, espanhol, libras ou línguas indígenas, mas tem, principalmente, aulas de diversas matérias EM inglês, francês, espanhol, coreano, libras, línguas indígenas ou qualquer outra.

Todas as escolas brasileiras devem obedecer as determinações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, além de determinações do MEC e dos conselhos estaduais de educação. Essas normas definem, por exemplo, a carga horária mínima, os 200 dias letivos, os parâmetros curriculares nacionais, etc. Isso deve ser feito na língua oficial do país, o português. Para dar conta de acrescentar conteúdos curriculares em uma segunda língua as escolas precisam ampliar a carga horária. O recomendável é que pelo menos 5 horas por dia sejam dedicadas ao ensino na segunda língua. Por isso as escolas bilíngües precisam funcionar em período integral ou semi-integral, garantindo ao aluno tempo para estudo nas duas línguas.

 

·         seu filho deve estar preparado desde cedo para garantir seu sucesso no futuro!

Matricule seu filho em um curso livre de idiomas! Dê crédito a quem apresenta resultado!

José Almero Mota
Presidente 
FENAC

Leia este artigo no original em: http://fenac.org.br/index.php?pg=faq 

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